Terça-feira | Novembro 20, 2007

eu nom ando ponhendo bombas



Senhores da Guardia Civil:

Deixem-me tranquilo. Deixem-me em paz. As dinámicas militares nunca forom comigo.

*Levo 20 anos trabalhando em diferentes movimentos sociais (antimilitaristas, gais, centros sociais...)

*Nem antes nem agora passou-se-me pola cabeça ponher bombas.

Agradeceria que, por favor, deixem de perguntar por mim nos seus interrogatórios.

Já lhe-lo confirmo eu. Nom me adico a ponher bombas, nem a lançar cócteis molotov, nem nada polo estilo.

O nosso som as flores, nom as armas.

obrigado!
Escrito por nómadas queer em 18:30:02 | Link permanente | Comments (3) |
Comentário
1 - Fas ben en dicilo no teu blog Rubem, pois sabemos por onde navegan estes "homes de verde". A cousa está quente porque os fascistas non aturan ver aos seus íntimos amigos dos mass-media renegar públicamente da simboloxía que moitos deles aínda acarician na intimidade dos seus feudos. O acoso non nos ten que intimidar, porque nós non temos eses problemas morais. A nosa conciencia non é desa natureza mezquina que se limpa dominicalmente nun axeonllamento tan falso... Non, non poñemos bombas: preferimos usar o que hai detrás dos ollos. (Comentar)

Escrito por: David em 2007/11/21 - 22:03:45
2 - Eu, pessoalmente, estou bastante farto. Quando fora o do desfile militar o acoso fora brutal: que se seguimentos, que se pinchaços, etc.
É curioso ver qual é a eqüaçom que esta gente fai do activismo...para eles a nossa actividade é ilícita, e seremos suspeitosos de por vida.
O que já tem conha é que me tenha acavar de enteirando que a Guardia Civil está a investigar-me a mim e outros compas do Atreu em relaçom com um cacharro que puxerom numha imobiliária em Cangas....pola rua! e por quartas pessoas!
¿Rubem...sabes que te está a investigar a GC polo da bomba de Cangas?
Ou mui ineptos som (se realmente fora eu ou algum dos meus amigos já estríamos sobre-aviso),
ou também jogam com isso para meter medo e tratar de enmerdar e amedrentar-nos.

Se nom sabem por onde andam eu, a verdade, nom che tenho a culpa.

O que penso que temos que enfrentar, e ademais publicamente, é essa impunidade que tenhem essas redes do Estado para criminalizar-nos e fazer-nos eternamente suspeitosos.

Já está bem!
beijos
rubem (Comentar)

Escrito por: Anónimo em 2007/11/21 - 23:02:18
3 - Paranoias do poder...
Ánimo compa! (Comentar)

Escrito por: cognita queerunha em 2007/11/23 - 20:07:17
Escreva um comentário