Tuesday | September 26, 2006

plaga Real

 

Como umha voraz plaga de carrachas, assim aumenta a família real espanhola. Parásitos infames que se reproduzem a conta dos presupostos do estado. Forragem da estupidez televisiva.

Além da nossa situaçom à margem da identidade espanhola ou da ideologia monárquica  é precisso denunciar que a Casa Real é umha instiuiçom política insserida hoje nas performances do regimem heterossexual. A família real espanhola funciona como espelho propagandístico da heterossexualidade monogámica, reprodutiva, católica, apostólica e romana. Performatividade infinita da família tradicional e do catolicismo franquista.

Mas nom se trata já de negar a monarquia para afirmarmos a categoria moderna de cidadania. É precisso ir além: desmontar os dispositivos da modernidade, elevar as suas margens, desvelar opressons e silêncios significativos para luitar por umha liberdade, igualdade e fraternidade efectivas. Nom chega com rechaçar a merda monárquica: é necessário exercer umha crítica global da ideologia republicanista. Eis a clave para desencadeiar o poder da multidom.

 

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Monday | September 25, 2006

espelhos

Nos anos 50 os imigrantes galegos, espanhois ou portugueses que chegavam a Suiça eram submetidos a um processo de desinfecçom antes de entrar no país. Tam longem, tam perto.


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antagonistas

Mas vós, quem sodes?

Nós somos as desesperadas.

Por que estades desesperadas?

Porque já nom aguardamos nada.

É impossível nom aguardar nada.

É verdade. Devemos aguardar algo.

De umha vez, dizede, quem sodes? 

Nós somos e nom somos. Nengum nome é capaz de identificarnos.

Credes-vos mui inteligentes escrevendo de maneira que ninguém vos entende. Por que mesclades ideias políticas com imagens poéticas?

Porque a linguagem corrente nom nos serve. As palavras trabalham para o poder. Hai que reinventar a linguagem para poder afirmar que rechaçamos absolutamente esta sociedade.
  
Sodes utópicas?

Parece que nom entendeste nada. As utopias nom nos interessam. As utopias som hoje o falso motor de um falso movimento.

Sempre encontrades todo mal!
  
Sim. Encontramos todo mal. Começando por nós próprias. Estamos mal com nós mesmas porque nom encaixamos em este mundo. Mais exactamente. Nom queremos encaixar, queremos fazernos incompatíveis. A única alternativa que admitimos é esta: a realidade ou o nosso querer viver (...)
 

http://www.eldinerogratis.com/index.html

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Thursday | September 21, 2006

Algumhas reflexons mui provisionais sobre a precariedade

Por Santiago López petit http://jornadaslibertinas.blogspot.com/

(trad. nómadas queer)

1) A pós-modernidade é a nossa época, nela pensamos e (mal) vivemos. A pós-modernidade radicaliza as lógicas e as aporias da modernidade. Em particular, o sujeito converte-se em engranagem do sistema e em funçom de ordem. Mas se a modernidade era umha mediaçom que nom lograva mediar-se a si própria, a pós-modernidade gira ainda mais no vazio, sem capacidade algumha de autojustificar-se.

2) Na pós-modernidade a realidade coincide com o capitalismo. Isso significa que todas as categorias espaciais da modernidade (dentro/fora, paz/guerra, ordem/desordem...) saltarom polo ar. Estamos ante um continuum indiscernível no que se mesclam interioridade e exterioridade, guerra e paz, ordem e desordem. Nom existe a cojuntura. A cojuntura tém de ser arrincada à realidade mesma. A nossa aposta é que a luita que quer vencer a precariedade pode fazé-lo.

3) A categoria que permite dar conta, em última instáncia, de todos os fenomenos produzidos na pós-modernidade é a de mobilizaçom. Todas e cada umha de nós estamos mobilizadas. Certamente, a exploraçom capitalista faz parte de dita mobilizaçom, mas a mobilizaçom em tanto que é umha "política da relaçom" significa muito mais. A nossa própria existência é essa mobilizaçom da vida. Mobilizamo-nos para (re) produzir esta realidade óbvia que nos cai acima, quando trabalhamos, quando nom trabalhamos, quando nos procuramos a nós próprias, quando construimos projectos... de esta maneira, a política atopa hoje a vida.

4) Tomar o conceito de biopoder para descrever essa entrada da vida na política, como umha "posta a trabalhar das nossas vidas" é mui insuficiente. Tal como se vem utilizando o conceito de biopoder todas as propostas permanecem dentro da crítica da economia política. O biopoder é umha extrapolaçom da exploraçom capitalista que tem necessariamente duas conseqüências: 1) Nom sai da centralidade do trabalho. 2) As relaçons de poder, em último termo, deducem-se das relaçons de produçom. Por todo isto a política que se desprende de estes análises nom implica nengumha mudança inovadora à altura do nosso tempo. Simplesmente substituem-se umhas denominaçons por outras. Por exemplo, no lugar de classe trabalhadora fala-se de multidom, mas para nada submete-se a crítica à mesma noçom de sujeito político e à ideia de política que determina.

5) A mobilizaçom global da(s) vida(s) cria, como dizíamos, umha realidade na que se confundem guerra e paz, ordem e desordem... Esta nova territorialidade tem simultaneamente a forma de espaço fronteiriço e de supermercado. No espaço fronteiriço o límite fizo-se virtual. Hai infinitas fronteiras e também nengumha. Espaço de controlo absoluto no que o que es vem determinado polas fronteiras que che é permitido superar. Espaço fronteiriço que também é supermercado onde escolher livremente. Es a marca que podes comprar. A mobilizaçom global produz um território aparentemente pacificado no que a catástrofe é-lhe imanente/iminente.

6) As unidades de mobilizaçom de esta mobilizaçom global som os indivíduos. Os indivíduos, quer dizer, cada umha de nós em tanto que centro de relaçons. Indivíduo é aquel que pom o "eu vivo" como centro que articula as diversas identidades contingentes: trabalhador, consumidor, cidadám... A novidade que comporta a mobilizaçom global reside em que te sujeita, quando te abandona, e ao revês, abandona-te quando te sujeita. Esta fragilizaçom paradóxica  inerente a esta política da relaçom constitui o ser precário.

7) A mobilizaçom global produz umha individuaçom que nom é normativa, ainda que evidentemente, a normalizaçom segue a funcionar como umha espécie de infrapenalidade. A normalizaçom produz indivíduos normalizados mas nom ilhados, já que consistia na autoreflexom de um grupo em relaçom a umha norma. De outra maneira, a individuaçom efeito da mobilizaçom globalizadora produz indivíduos singulares no seu radical ilhamento. Precariedade significa estar só frente à realidade.

8) Por esta raçom a precariedade nom é algo que nos passa, e que pode deixar de passar-nos. A precariedade nom é algo acidental, mas um carácter verdadeiramente esencial do ser que nesta sociedade podemos ser. A precariedade fragiliza o nosso mesmo querer viver, e na medida que o faz, encerra-nos. Em outras palavras: além da dualidade inclusom/exclusom que a mobilizaçom impom existe umha mesma fragilizaçom do querer viver efectuada polo medo. A sociedade pós-moderna é umha sociedade do medo e da esperança. Os dous modos de controlo sobre o querer viver.

9) Se a qüestom da precariedade nom é tanto estar sujeitos à exclusom/inclusom, como esta fragilizaçom que se produz nos dous casos, e que nos congela as mesmas ganhas de viver, que nos ataca no mais fundo e converte-nos em carne de psiquiatra, entom está claro que a própria vida converteu-se no campo de batalha. Que a vida é hoje o campo de batalha significa que a vida luita contra a vida (o outro) e também contra a morte (paro). Dito de outra maneira: quando a vida é o campo de batalha o poder funciona e impom-se-nos como o código de "ter dinheiro/nom-ter dinheiro". Este código organiza a vida e, fazendo-o, precariza as nossas vidas. O objectivo deve ser cortocircuitar este código. O dinheiro grátis foi umha tentativa.

10) A consigna que durante tantos anos fora válida, aquela que unia Marx e Rimbaud, "Transformar a sociedade e mudar a vida", tem hoje de ser repensada completamente. Quando o que se joga é a nossa própria existência, porque a mobilizaçom efectua umha guerra contra todas nós, a vida já nom aparece como a soluçom, mas converte-se no problema mesmo. Quando a vida é o verdadeiro campo de batalha ja nom é suficiente com criticar a vida cotiá, nem com pretendermos intensificar a vida. Enfrentar-se à vida como o nosso problema supom encarar -sem preparar um caminho de retorno- o que é o ser precário.

11) para entendermos como funciona o ser precário deve-se ter em conta que, se bem a precariedade é social, a precariedade como tal vive-se individualmente. Esta afirmaçom é clave já que em ela condensa-se toda a potência, e também toda a debilidade de umha luita que tome a precariedade como objectivo a atacar. A precariedade, através do medo e da esperança, configura-nos no que somos, quer dizer, como ser precário. Falar de precariado em tanto que sujeito colectivo nom é mais que pretender impór artificialmente um horizonte constitutivo a algo que, na sua esência, é individual e paradóxico.

12) Se o ser precário tem esse carácter paradóxico, social e à vez individual, é evidente que as formas tradicionais de política nom servem. Com isto queremos dizer que umha política de luita contra a precariedade deve ser completamente reinventada. Entre outras coisas, porque a politizaçom já nom passa pola consciência de classe. A consciência de classe permitia alcanzar o universal desde o autoconhecimento concreto da exploraçom. Por contra, a politizaçom do ser precário deixa-nos na intempérie, e aboca-nos a ter que criar -ter que criar a partir de nós próprias- a aliança de amigas que nom existe.

13) No fundo, umha política que queira atacar a precariedade tem de ser umha política do querer viver. Isto significa que dita política, porque se enfronta ao ser precário como este paradoxo que temos descrito, deverá aunar dous componentes: o ódio e a transversalidade.

a) O ódio à vida como prova. Temos de reapropriar-nos do ódio. O precário tem de odiar a sua vida, tem de ser capaz de erguer umha demarcaçom entre o que quer viver e o que nom está disposto a viver. Este ódio livre é a potência de vaziamento do seu ser precário.

b) A transversalidade como estratégia. Esta nova política tem de ser completamente transversal. Transversalidade significa que nom hai umha frente de luita privilegiada (por exemplo: o trabalho), mas que o combate dirige-se contra a própria realidade entendida como um continuum de frentes de luita. Evidentemente, esta transversalidade supom também o rechaço a ocupar umha determinada identidade. Luitar contra a precariedade é atravessar todas as frentes de luita sem se acobilhar em identidade algumha que, polo demais, sempre seria imposta. Como os woblies americanos organizaram-se atravessando as distintas divisons étnicas, técnicas, de género... a precária que luita de esta maneira é capaz de desokupar a ordem e abrir umha terra de ninguém. A(s) terra(s) de ninguém cravadas no espaço fronteiriço som os lugares onde reponher-se para volver atacar o código do poder.

14) o ódio à vida e a transversalidade som as armas que expulsam o medo e a esperança. Som elas as que socavam o ser precário e ponhem-nos além do ilhamento de cada umha. Assim aniquila-se o que nos divide, e entom descobrimos que posuimos umha interioridade comum. Os que luitamos contra a realidade posuimos umha interioridade comum. A interioridade comum é o querer viver em tanto que espaciamento.

14) Umha política contra a precariedade que faz da vida um campo de batalha, umha política do querer viver terá  sempre de manter estas duas dimensons (pessoal e colectiva) permanentemente unidas. Por isso hai que pensá-lo todo de novo. Que supom politizar-se hoje de novo? Que é umha aliança de amigas? Como encher a terra de ninguém com o nosso malestar? Como fazer do querer viver um desafio? Só seremos capaces de responder a estas perguntas que nos interpelam se fazemos efectivamente da vida o nosso campo de experimentaçom.

 

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Islam, I'm lovin' it


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Monday | September 18, 2006

imparável

Acavar com a convivência entre as diferentes comunidades do Líbano, criar fendas incuráveis, provocar umha guerra civil eram os grandes objectivos dos ataques israelitas. Nom o conseguirom.

A foto mostra um autocarro com um grupo de refugiados que volve às suas moradas.

http://tadamon.resist.ca/index.php

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Saturday | September 09, 2006

Chapapote e guerra global permanente

Costa da Morte (63.000 toneladas derramadas):

A praia de Ramlet al baida -Beirute-(15.000 toneladas derramadas):

Nesta era global, Galiza "exporta" experiências políticas e sociais. @s Compas de Oil Spill Lebanon inspiram-se no movimento social articulado entorno ao "Prestige": http://oilspilllebanon.org/

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Friday | September 08, 2006

festival de video tranzmarikabollo (barna)

El festival neix de la necessitat de no resignar-se davant la injustícia. Barcelona s’està transformant en una ciutat aparador per al turisme, però cada cop més irrespirable per a les que hi vivim i no tenim un estatus econòmic alt. I val a dir que les darreres ordenances municipals “en pro del civisme” no fan sinó empitjorar les coses per a treballadores del sexe, okupes, inmigrants, joves sense recursos, i per totes les persones que no s’ajusten al model de ciutadà/ciudadana consumidor/a.
Les policies local i autonòmica s’estan especialitzant en fustigar aquests col·lectius, i les detencions arbitràries acompanyades de tortures a les comissaries (que mai han deixat de donar-se, per altra banda) sembla que, en els darrers temps, estan agafant una forta embranzida i ens recorden la impunitat policial que aquests governs tan d’esquerres que gaudim ens havien dit formava part d’un passat dictatorial pretesament superat.
Totes les iniciatives que no poden ser absorvides pel discurs oficial es persegueixen.
Les trans, lesbis i marikes que participen en el festival de vídeo volen aportar el seu granet de sorra a aquesta situació i donaran tots els beneficis econòmics que generi el festival a persones detingudes durant aquest any. És per això que es cobraran 2 o 3 euros d’entrada en cada una de les tres sessions del festival i s’organitzarà una festa de cloenda a tal efecte.
Pensem i desitgem que el sol fet de moure’ns, produir i difondre cultura des de la nostra vida real i en vistes a realitzar els nostres somnis, que són molts i molt bonics, és una bona manera de construir-nos i rebutjar les seves imposicions.
Us hi esperem!

http://festivalvideotranzmarikabollo.blogspot.com/

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Monday | September 04, 2006

7 de outubro: dia de acçom polos direitos d@s migrantes

"Com a excussa de combater a imgraçom clandestina, os governos estám a adoptar políticas repressivas e expandem cada vez mais as fronteiras das naçons enriquecidas atravês de centros de detençom, dessalojos, expulsons, e selecçom de mam de obra". (Extrato do chamamento sobre migraçom do Foro Social Mundial Policéntrico de Bamaco/Máli em janeiro de 2006).

Os regimens fronteiriços europeus convertem às migrantes em "ilegais". Umha das pricipais medidas adoptadas polas autoridades da Uniom Europeia contra os movimentos e luitas das migrantes consiste actualmente no estabelecimento de campos e outros instrumentos de controlo migratório fora da própria Uniom Europeia, em países do Leste de Europa e de África (externalizaçom das fronteiras).

Quando milhares de migrantes e refugiadas assaltarom colectivamente os valados fronteiriços dos enclaves espanhois de Sebta e Melilha em setembro e outubro de 2005, as cruciais demandas de liberdade de movimento e igualdade de direitos forom apresentadas ante a atençom pública, ao menos em esse momento. As reacçons inumanas e bárbaras, os disparos mortais e as deportaçons massivas ao deserto, reflectirom o nível ascendente do conflito e a crise do regimem migratório europeu.

Mas está em marcha um processo que aspira a socavar dito regimem, nom só desde a outra parte da fronteira, mas também desde esta, desde dentro. Em cada recuncho da Europa, quase a diário, produzem-se luitas, protestos e campanhas políticas e sociais contra os campos de detençom e as deportaçons e reclamando o direito de asilo para homens e mulheres, a regularizaçom, os direitos de cidadania europeia baseados na residência em lugar da nacionalidade e contra a explotaçom do trabalho migrante. Estas luitas superam com muito qualquer estreita conceiçom da identidade europeia.

O nosso novo chamamento conjunto a um Dia de Acçom retoma as mobilizaçons de 31 de janeiro de 2004 e de 2 de abril de 2005, quando realizamos o primeiro e o segundo dia de acçom sobre migraçom em mais de 50 cidades europeias. No Foro Social Europeu de Atenas de maio de 2006, a qüestom migratória consagrou-se por primeira vez como um "eijo" temático específico. Umha crecente rede de iniciativas entorno à migraçom decidiu na assembleia final dar mais um passo e coordenar acçons por toda Europa para o 7 de outubro de 2006.

Tomando em consideraçom as codiçons regionais e nacionais específicas e as circunstâncias das diversas luitas, o nosso Dia de Acçom apela à resistência nos âmbitos europeu e transcontinental. A nossa mobilizaçom significará a primeira escala para desenvolver a proposta de umha manifestaçom conjunta em 2007, em Bruxelas ou em outro lugar de interesse público. Com isto pretendemos plantejar apelar ao conjunto da Europa e nom só aos governos nacionais.

Junto a isto, a data escolhida quer ser umha lembrança do ocorrido em Sebta e Melilha em 2005. Faremos um esforço importante para construirmos cooperaçom com iniciativas de África. Um dia simultâneo de acçons em cidades europeias e africanas em outubro pode ajudar a promover um eijo sobre migraçom no próximo Foro Social Mundial, que terá lugar em Nairobi (Quénia) em janeiro de 2007. O qual corresponde com o chamamento citado de Bamaco Call: "No período entre o Foro de Bamaco e o de Nairobi, propomos umha mobilizaçom internacional todo o ano em defessa do direito de todas as pessoas a circular livremente polo mundo e para determinar o seu próprio destino (...) Finalmente convocamos a um dia internacional de mobilizaçom que poderia desenvolver-se nos lugares/símbolos das fronteiras (aeroportos, centros de detençom, embaixadas, etc.)".

Sobretodo, estamos determinados a acentuar a dimensom global das luitas migrantes de hoje. De esta maneira, pretendemos conectar o nosso Dia de Acçom com as iniciativas e mobilizaçons massivas em marcha do movimento de migrantes americano em um futuro próximo.

Este terceiro Dia de Acçom dirigirá-se contra a negaçom de direitos, a criminalizaçom das migrantes e todos os controlos migratórios, articulando demandas claras no marco da liberdade de movimento e o direito ao estabelecimento:

-Por umha regularizaçom incondicional a escala europeia e a consecuçom de igualdade de direitos para todas as migrantes.

-Polo encerramento de todos os centros de detençom na Europa e em todo o mundo.

-Polo cessamento de todas as deportaçons e do processo de externalizaçom das fronteiras.

-pola separaçom entre os permisos de residência e os contratos de trabalho e contra a "precariedade".

http://pajol.eu.org/article967.html

The Campaign to Close Campsfield/UK | Barbed Wire Britain/UK | Noborders London/UK | no one is illegal/UK | No Borders Glasgow/UK | Network for Social Support to Immigrants and Refugees/Greece | Network for Political and Social Rights/Greece | Tavolo Migranti/Italy | ARCI/Italy | no-racism.net/Austria | Refugee Councils from Hamburg, Lower Saxony, Schleswig-Holstein/Germany | Alliance against deportations-Rhine-Main/Germany | no one is illegal-Hanau/Germany | "All included"/Netherlands | Cafe Exil Hamburg/Germany | AGIS Darmstadt/Germany | Antiracist Initiative of Thessaloniki/Greece | Turkish Minority Moovement for Human and Minority Rights/Greece | Greek Migrants Forum | Frassanito Network;
Avà Basta (Corse) ; Association des travailleurs maghrebins de France ;ATMF ; Réseau IPAM ; La plateForme Intercontinentale des MRE (Global Migration and Gender Network Consulant .Plate Forme Intercontinentale des MRE.) ; La confédération des élevés étudiants et stagiaires africains au Maroc ; Pateras de Vida (Marruecos) ; ASDAM "Association des Sans papiers et des Démandeurs d'Asile au Maroc" (Marruecos) ; Attac Maroc ; Le Réseau National Dette et Developpement RNDD/ NIGER ; Association Interfricaine pour la Promotion et la Défense des Droits des Réfugiés et Demandeurs d'Asile (AIPDRDA)(Benin).

Posted by nómadas queer at 23:36:58 | Permanent Link | Comments (0) |

A fotografia de Alessandra Sanguinetti

A fotógrafa Alessandra Sanguinetti  recohe como ninguém a (des)esperança palestina. O seu trabalho aparece recolhido no projecto http://www.arteeast.org/, que à sua vez recolhe (mais umha vez) o brilhante blogue de Maggie: http://www.beirut.wordpress.com/ 

Posted by nómadas queer at 00:01:38 | Permanent Link | Comments (0) |
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