Wednesday | April 19, 2006

companheir@s da frente de libertaçom homossexual PRESENTES!

 Memória, Verdade e Justiça para TODOS E TODAS!, Polas lésbicas, travestis e gais torturadxs, assasinadxs, exiliadxs e detidxs-desaparecidxs.

"O Rabino Marshal Meyer, membro titular da CONADEP, (Comisión Nacional sobre la Desaparición de Personas), criada em 1984 baixo o governo de Raúl Alfonsín dava conta - numha entrevista mantida com Carlos Jáuregui, membro de Gays DC  nesse momento- da existência, quando menos, de 400 pessoas homossexuais desaparecidas. O trato que receberom nos campos de concentraçom foi especialmente sádico e violento ao igual que o padecido polas pessoas desaparecidas de origem judia. Ainda que nom consta no informa "NUNCA MÁS", Meyer asegurou ter recebido testemunhas de ex detidxs-desaparecidxs que informavam sobre a existência de violaçons e maltratos crueis contra as pessoas gais e lésbicas". (De Violaciones de DD HH y civiles en la República Argentina basadas en la orientación sexual de las personas y de las personas viviendo con VIH/SIDA. Terceira Ediçom, corrigida e actualizada, dezembro de 1995)

É sabido, que este trato recebido com especial crueldade polas pessoas gltb nom figura no informe "NUNCA MAS", devido às pressons recebidas por parte do seitor católico da  Asamblea Permanente por los Derechos Humanos (APDH), posiçom que, nesse momento foi compartilhada por outros organismos de direitos humanos.

(Tirado de Acción Política LGBT -Argentina-: http://www.fotolog.com/lgtttb/)

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Monday | April 17, 2006

chamamento euromayday 2006

 Esta sexta, 14 de abril, tivo lugar em Bruxelas a apresentaçom pública da galáxia de mobilizaçons de precárias e precários da rede Mayday. Aqui vai o manifesto. Dade-lhe a máxima difusom. Mais de 20 cidades europeias acolheram as mobilizaçons. + info em www.euromayday.org

Próximo Primeiro de Maio (data que por mais de um século foi a festa global dos trabalhadores e das trabalhadoras), NÓS, que conformamos a rede EUROMAYDAY, organizamos conjuntamente MAYDAY PARADES, desfiles, manifestaçons, acçons dos trabalhadores e trabalhadoras temporais, a tempo parcial, subcontratadas…precárias e precários trabalhando em redes autónomas, sindicatos de base, grupos, colectivos, movimentos sociais em, previssivelmente, mais de vinte cidades europeias.

Na mayday manifestaremo-nos e protestaremos contra a precariedade, a qüestom social seguramente mais cruzial e explossiva na Europa de hoje, como demostram as gigantescas manifestaçons que umha geraçom inteira está levando adiante na França contra o CPE. A precariedade é umha imensa condiçom do nosso trabalho e também da nossa vida, umha condiçom vivida por milhons de residentes na Europa.  

Exigimos igualdade social para todas as  pessoas, o fim da precarizaçom laboral e de todas as formas de exploraçom flexível, impostas durante duas décadas de desregulaçom do mercado de trabalho que provocarom um tipo de pobreza difusa e que NOM reduziu o desemprego.

Exigimos LIBERDADE DE MOVIMENTO  para todas as pessoas migrantes e UM GARANTE DE INGRESSOS PARA TODAS AS PESSOAS, como passos fundamentais encaminhados a construir umha autêntica Europa social. Luitamos por garantir um acesso generalizado à vivenda e à mobilidade, umha cultura e umha informaçom livres, disponíveis e compartilháveis para todo o mundo. Praticamos a liberdade de expressom e de disensom, participamos em conflitos sociais e laborais, construimos meios de comunicaçom que desemascaram a versom da realidade patrocinada polas grandes empresas e os estados. 

O passado ano, as manifestaçons Euromayday reunirom a mais de 200 mil precários e precárias de todas as classes e levarom as acçons de protesto contra a precariedade e outras formas de dominaçom laboral e social às ruas de umha dúzia de cidades da Uniom Europeia. E, por que o fizemos?

Porque somos precários, precárias, precari, précaires: desempregados, mulheres, homens, jovens e nom, com empregos inestáveis, estudantes, becárias, migrantes, trabalhadores temporais e flexíveis; somos contorcionistas da flexibilidade que sobrevivem na precariedade e surgimos de dúzias de colectivos nas nossas cidades, que se coordenam através de umha rede transeuropeia construida para defender os direitos sociais colectivos e reclamar direitos novos. 

Nengumha fé temos em quem colocados nos governos, partidos políticos, instituiçons culturais, pretendem falar no nosso nome e tomar decisons em torno das nossas vidas, mentres ignoram as exigências sociais e reprimem as práticas de transformaçom social.

Manifestamo-nos o Primeiros de Maio para reclamarmos o controlo das nossas vidas e luitar contra o “workfare” e outros tipos de soluçons autoritárias que procuram aumentar a desigualdade fazendo entrar em crise o “welfare”. Queremos, através do conflito, dar corpo a um novo “welfare”, um novo sistema de benestar numha sociedade mais horizontal e democrática, na que o trabalho imaterial, asistencial, afectivo, flexível, nom esteja sujeito a umha exploraçom sem compaixom, a umha flexibilidade chantagista, a umha impossibilidade existencial. Ninguém quer umha condeia perpétua ao mesmo trabalho de por vida. Mas tampouco quer ninguém botar a perder a sua vida preguntando-se como caralho pagar a próxima factura fazendo malabares para cumprir com três empregos. 

Queremos um tipo de igualdade social que afirme a vida, nom formas de emprego que a servilicem discriminando. Os recursos de benestar europeios devem garantir-se independentemente da situaçom laboral ou cidadá de cada pessoa, de maneira que podam beneficiar-se tanto os precários e precárias como os e as migrantes. Queremos  cortar definitivamente o vínculo entre “benestar” e “emprego”, entre “cidadania” e “benestar”, como condiçom prévia para criarmos umhas políticas auténticamente democráticas, libertárias e igualitárias na era da globalizaçom das políticas de guerra.

 A EUROMAYDAY QUER:
-Aplicaçom completa e imediata da directiva europeia sobre trabalho temporal.
-Liberdade de movimento e direitos sociais para todas e todos.
-Feche dos centros de detençom de migrantes.
-Liberdade e gratuidade de circulaçom da informaçom na Internet.
-Direitos queer para todos os géneros
-Legalizaçom do consumo de cannabis

 

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Friday | April 07, 2006

sindbad

(Transforma-te a ti própri@ num/ha extrangeir@! Viaja! É a única maneira de renovar-te).

(O princípio do universo é o movimento...se deixara de mover-se retornaria à inexistência).

A literatura árabe, a sua tradiçom oral, tenhem umha forte pegada libertária que se concreta no amor pola vida, no espírito vitalista frente às dificuldades, no seu carácter profundamente social, simbolizado no princípio islámico de "Quere e trata aos demais como gostarias de ser ti tratado e querido". As tradiçons orais árabes nom situam ao "ser humano" como elemento central e superior da natureça: mais bem situam-no como parte dessa natureça global, harmoniosa, da que forma parte.

Essa tradiçom oral segue viva nas caligrafias árabes ou, por exemplo no flamenco e no espanhol de Andaluzia.

Posted by nómadas queer at 16:12:20 | Permanent Link | Comments (1) |

Wednesday | April 05, 2006

Mayday2006

FESTA, ACÇOM, PROTESTO:

The first of May of queer temps, inmigrant part-timers, student stagiaires, nomadic free-lancers, pregnant flex-workers

Mais cartazes: http://estrecho.indymedia.org/newswire/display/20804/index.php

Posted by nómadas queer at 04:07:17 | Permanent Link | Comments (1) |