Tuesday | November 07, 2006

Gaza: infame laboratório do horror

Os nossos silêncios acompanham à caída de Gaza no abismo. Como é possível tanta indiferença? Trás as reiteradas denúncias por parte dos médicos dos hospitais da zona de que o exército israelita estava a empregar um novo tipo de arma desconhecida, diversos expertos internacionais começam a investigar de que se trata. Os feridos chegam aos hospitais com as extremidades destroçadas, queimadas, desfeitas. As queimaduras nom afectam só a superfície, mas tenhem lugar no interior do tezido humano. O resultado é a imediata amputaçom das zonas afectadas, que ficam totalmente irrecuperáveis. Os médicos palestinos afirmam que se trata de umha nova estratégia do estado israelita que persegue em Gaza a criaçom de umha generaçom de mutilados, com todo o que isto supóm de terror de estado no castigo colectivo que segue a sofrer o povo palestino. 

Agora que se conhece que o exército israelita utilizou uránio  no armamento empregado nos bombardeios do Líbano -ademais de outros também proibidos como bombas de razimo e de fósforo-, umha equipa da radiotelevisom pública italiana (RAI), em colaboraçom com a Universidade de Parma, vem de descobrir que esta terrível muniçom empregada em Gaza está composta de micropartículas de carbom, tungsteno (um elemento químico), cobre e alumínio. As micropartículas de tungsteno alcançam altíssimas temperaturas que queimam e destroçam os tezidos ao incrustar-se. Ademais de causar um autèntico desastre ecológico e de provocar amputaçons e malformaçons som altamente cancerígenas. Podedes ver as fotos dos efeitos neste link da RAI (advirto de que som mui duras):

http://www.rainews24.rai.it/ran24/inchieste/10102006_gaza_foto.asp

 

Posted by nómadas queer at 13:51:14 | Permanent Link | Comments (0) |